Agenda do Porto

Blog (não institucional) de divulgação cultural. Agenda cultural do Porto

16-11-2016

191 – Memórias de um Soldado em Angola

191 Onofre Varela

 

 

 

 

 

 

 

 

ONOFRE VARELA ESCREVE LIVRO

SOBRE A GUERRA COLONIAL


"Embora me digam haver muita literatura sobre a Guerra Colonial, o que eu constato nas livrarias... é haver pouca!", diz o nosso colaborador Onofre Varela, autor do livro "191 – Memórias de um Soldado em Angola", que vai ser apresentado pelo jornalista Afonso Camões, no dia 24, Quinta-feira, pelas 18 horas, no Auditório do Jornal de Notícias (Rua de Gonçalo Cristóvão, Porto).

O autor esperou 40 anos para transformar em livro as suas memórias. Confessa que a sua primeira ideia foi escrever um romance, mas logo constatou não ser romancista, não dominar a necessária técnica de escrita, pelo que arrumou a ideia na prateleira do esquecimento.

Um dia, uma amiga sugeriu-lhe que contasse as suas histórias em forma de crónicas. Foi a chave que lhe permitiu transformar a sua experiência militar em livro. Porém, depois da obra escrita, não foi fácil encontrar um editor. Tentou-o durante cerca de dez anos. Nenhuma das editoras contactadas se mostrou interessada. Após muitas respostas negativas, viu esse interesse demonstrado pela Editora Verso da História, que o produziu. O livro conta com prefácio do jornalista e historiador Germano Silva.

As suas memórias militares abordam, não só, os dois anos passados no mato, na região norte de Angola, mas também o tempo de recruta e a preparação para o Ultramar. O livro conta várias histórias, com dramatismo, umas, e com humor, outras. São histórias de "um militar que se encontrou no teatro de guerra sem ter estudado a peça nem nunca ter querido ser actor naquela companhia".

Narrado de uma forma ágil e realista, o livro testemunha factos históricos, mas também pensamentos de um soldado que nunca o quis ser, e cuja irreverência o levou a cumprir quatro dias de cadeia, mas que, contra tudo quanto esperava, no final do tempo de serviço em África, trouxe três louvores.

Trata-se de um documento histórico narrado na primeira pessoa, que nos relata, sem traumas, as lúcidas memórias de um ex-militar, numa conversa agradável como que se o ouvíssemos à mesa de um café, entre amigos.

 

Quem não puder assistir ao lançamento da obra no auditório do JN, poderá fazê-lo no Domingo seguinte, dia 27, pelas 18 horas, na FNAC de Santa Catarina (Porto), com apresentação de Germano Silva; ou na Quarta-feira, dia 30, pelas 19 horas, na FNAC do Norte Shopping (Matosinhos), com apresentação do jornalista Pedro Olavo Simões.

 

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23-02-2016

CIMBALINO CURTO no Hospital de Santo António

Varela2016

 

 

AMIGOS:

Estou a informar-vos que vou representar 
o CIMBALINO CURTO no Hospital de Santo António 
no próximo dia 27 (Sábado) às 21,15 h 
no auditório do Hospital (entrada junto às Urgências, em frente à Rua D. Manuel II.)
É um espectáculo de solidariedade que apenas 
vos pede 5 cimbalinos para assistirdes ao melhor espectáculo da última década!... 
Garanto que é melhor do que a comédia representada no Parlamento pelos nossos representantes eleitos! 
(Perguntem a quem já viu!...) 
Dá para rir e pensar. Dizem-se coisas muito sérias com humor, e deixa-se espaço na mente dos espectadores para reflectirem 
sobre aquilo que ouviram e viram.
É uma pena se à hora do início 
a sala não estiver cheia. 
Se isso acontece... 
nunca mais vos falo!...
(Já viram o prejuízo?)
 
Onofre Varela
O próximo será já no dia 27/02/2016, com o espetáculo cómico “Cimbalino Curto” de Onofre Varela, pelas 21h30, no auditório do Hospital de Santo António. O custo do bilhete é de 5 “cimbalinos” e poderá ser adquirido na lojinha e no secretariado.

Hospital de Santo António - Centro Hospitalar do Porto

Largo Prof. Abel Salazar / 4099-001 Porto 
TL: 222 077 500  Ext. 4283   

 

 

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30-01-2016

Pontos de Vista(s) na Galeria TOMÁS COSTA

 

Cartaz-Exp_CarlosCunha-cópia

 

Exposição de Carlos Cunha

 

Convite-Exp_CarlosCunha

 

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29-12-2015

ARBORIBUS na Galeria TOMÁS COSTA

Convite-Exp_Arboribus

 

 

 

Miguel Andrade


Miguel Andrade, natural de Vila Nova de Gaia e atualmente a residir em Oliveira de Azeméis, é diplomado pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto em Artes Plásticas – Pintura, onde estudou sob a orientação de artistas como Eduardo Batarda, Francisco Laranjo, João Dixo, Mário Bismark e Ângelo de Sousa. Adicionalmente recebeu formação nas áreas de Gravura, Fotografia e Cinema de Animação.
Foi professor de Pintura e de Desenho no Inatel durante uma década. Atualmente é docente do grupo de Artes Visuais, afeto ao 3º ciclo e Secundário.
Expôs individualmente obras de pintura no Forum Arte, em Braga (1997), na Casa Jorge de Sena, no Porto (2003) e no Auditório Municipal de Vila Nova de Gaia (2015). Em 2007 expôs individualmente obras de desenho nos Sabores Antigos, em Aveiro e no mesmo ano ilustrou uma série de textos de Ana Rocha. Participou em numerosas exposições coletivas e certames, incluindo a apresentação de obras em várias edições da Bienal de Artes Plásticas do Rotary Club da Maia, do Salão da Primavera (EstoriI) e dos Encontros com a Arte de Moreira. Coletivamente apresentou-se ainda locais como o Museu da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, na Galeria Cândido Arte (Porto), na Galeria Pátio do Marques (Ovar), na Fundação Cupertino de Miranda (Porto) e no Castelo de Santa Maria da Feira, entre muitos outros, com trabalhos na área do desenho, pintura e fotografia. Nos anos de 1990 participou ainda em diversas mostras de banda desenhada e ilustração.
Está representado em várias coleções públicas e particulares, em Portugal e no estrangeiro (Espanha, França, Alemanha, Brasil e Estados Unidos). Colaborou em projetos de design com a elaboração de cartazes para vários eventos e criação de capas de CDs, sendo os mais recentes ilustrações para gravações da violista alemã Katrin Hable e do pianista norte-americano Paul Van Anglen. Nesta área está a preparar um conjunto de ilustrações para um álbum que inclui a estreia da obra “On Willows and Birches” para harpa e piano, do famoso compositor John Williams, com a interpretação da aclamada solista Ann Hobson Pilot.

 

Sobre a pintura de Miguel Andrade
“Para lá do mistério espreita um universo ou mais. Aquém do mistério também, tantos quantos estamos, querendo talvez…
Estamos por ali, na terra do siena, em espaços, em estratos, várias vezes, no primeiro plano do concreto, espreitando a janela da seiva e a perenidade das árvores singularmente presentes.
Todas as tensões estão subliminadas em raras cores e áreas elementares e rigorosas e a máxima concessão do pintor espreita em fragmentos roubados às árvores.
Assim, impreparados, olho o mistério por vezes esmagador, por haver tanto negro a encobrir o branco e, na tonalidade terrosa, simbolicamente orgânica, suspeito um corpo e um fôlego insatisfeito. Ambicionando as altas copas como um pássaro que quer para si todo o horizonte.”
― A. Cardoso

“O Miguel é um compositor. E se não o é através de notas musicais, trata de sê-lo através do traço. Um compositor que não cria, mas capta.
Para quem não o conhece, fruam de um vislumbre de esta alma gentil. Ouçam nestas árvores a voz do Miguel. Para nós, mais privilegiados, que o conhecemos, chegamos às árvores a partir dele. E nelas conseguimos reconhecê-lo. E reconhecer alguém vale mais do que conhecer. Vai para além da recordação, da vivência, da reminiscência. Torna o efémero perene.
Como as árvores”
― Romão Santos

 

flyer miguel andrade arboribus

 

15-12-2015

Sementes de Via Láctea

sementes

 

 

 

EXPOSIÇÃO DE LUIZ DAROCHA
Sementes de Via Láctea
obras sobre papel
 
Inauguração
Sábado - 19 Dez 
16h00 às 20h00
 
ESTETA GALERIA
R. Sousa Viterbo, 28 - Porto
(junto Mercado Ferreira Borges)
Telf. 22 208 20 51
 

 
As obras sobre papel de Luiz Darocha em exposição na Esteta Galeria integram aguarelas, guaches, trabalhos em tinta da China e técnicas mistas, produzidas em 2014 e em anos anteriores. Criações marcadas pelo policromismo, traço rápido, quase furtivo, o fantástico de braço dado com o onírico, a sedução, o amor, fim e recomeço.  A vida em tons quentes. Sementes de Via Láctea em forma de Arte.
- * -
C. V.

Luiz Darocha
Nasceu em 1945 em Oliveira de Azeméis
Frequentou a ESBAL e a ESBAP, assim como o CÍRCULO DE ARTES PLÁSTICAS DE COIMBRA
D.E.A.  de Antropologia Patológica pela E.H.E.S.S. Paris IV
Múltiplas exposições pessoais, de grupo, e colectivas tanto em França, como Portugal, Inglaterra, Bélgica, Alemanha, Luxemburgo, Suíça, Itália, Croácia, Luxemburgo, Polónia, U.S.A., Egipto, Tunísia, Senegal, etc.
Obras em muitas colecções por esse mundo fora.
Vários prémios e medalhas.
Vive e trabalha em Paris, mas também actualmente em Londres e na Confederação Helvética Cantão de Luzern.
Para informações detalhadas consultar, CV em http://www.darocha.fr e para poder desfrutar de uma bela entrevista consultar e ler: http://lecafematinal.com/da-da-rocha-le-square-trousseau.

Para consultar o CV quase completo (faltam muitos dados recentes) ...http://www.darocha.fr/wa_files/cv_nouveau.pdf

 

________

CAFÉ MATINAL

 

1

Diverses influences entrent en ligne de compte, dont celles de Nietzsche, Fernando Pessoa, Pirandello, Witold Grombowicz, et bien d’autres, mais surtout un mode d’exister qui m’est propre depuis ma tendre jeunesse; je fus et je crois l’être toujours un assidu usager du monde buissonnier. Quand je suis en harmonie, j’envisage chaque journée comme une porte qui s’offre à moi, et ce moi n’est plus celui de la veille et qui ouvre la porte ou qui franchit cette porte qui s’ouvre, cette nouvelle journée de vie et de mort. Un peu comme dans le château de Barbe Bleue diverses portes, dont une interdite et c’est justement celle-ci qui donne sur le sentier buissonnier. Il s’agit tout simplement de cela; de l’imprévisible et pour cela je trouve parfois un nom. Ce n’est plus un inconnu pusqu’il est nommé dans une ou autre réalisation.

 

2

En 1970, j’ai quitté le Portugal pour aller vivre à Londres, où j’ai passé d’excellents moments, fait des rencontres, noué des relations fort intéressante, dont Suneet Chopra avec qui nous avons partagé des moments mémorables et sommes toujours en contact.

Une période très riche en découverte et émotions. Les interventions, installations, etc., ce fut plus tard que je me suis employé de bonne foi, ce fut à Birmingham en 1975 et 1976 grâce à des subventions du British Council. En 1967 j’écrivais exclusivement. Londres à cette époque était en pleine ébullition, et une partie de la jeunesse influencé par la revue OZ suivait des topiques comme par exemple fumer des filaments de bananes. C’est alors qu’avec Suneet nous nous mimes à un régime alimentaire à base de bananes. Nous avons ainsi pu récolter un bon nombre de filaments que nous avons mis à sécher sur le rebord de la fenêtre du studio de Suneet, et nous attendions le moment, le grand jour pour en faire usage, sauf que nous avons négligé le facteur climatique de Londres et voilà que des pluies bien nourries ont balayé les filaments. Ntre grande expérience quelque peu huxleyaine s’arrêta là, puisque nous n’étions plus disposés à recommencer une diète de bananes. Actuellement Suneet Chopra est critique d’art pour un grand journal de New Dehli et secrétaire du All India Agricultural Workers Union.

 

3

À l’époque Genesis n’était pas encore une femme. Il était comme Anna Banana, Cosi Fany Tutti, Shirley Cameron, Rolland Miller, Robin Klassnick, et moi même, et nous le sommes toujours, directeur de « L’École d’Art Infantile » une assemblé typiquement anglo-saxonne, puisque les directeurs sont tous anglais, écossais, américains, canadiens, australiens, newzelandais et moi l’exception.

 

4

Je me suis trouvé en France pour des raison imprévisibles, je me suis plu et je suis resté.

 

5

J’ai fait des stages en Hôpital psychiatrique, tout d’abord le contact avec Laborde avec le Dr. Jean Oury et puis quand je préparais le doctorat en anthropologie Pathologique ayant comme directeur de thèse le Professer Lanteri-Laura, j’ai pu faire des stages fort intéressants en l’Hôpital Esquirol à St. Mandé. Cela m’a été très utile durant mon temps comme enseignant dans les Écoles des Beaux Arts et aussi pour garder une distance face à certains artistes, très narcissiques, d’autres fort égotiques et aussi des personnes au comportement bavard autiste.

 

6

Je garde malgré tout une bonne impression de ce temps là, ce fut très enrichissant d’un point de vue anthropologique, comme une suite à mes études en Anthropologie pathologique.

Une anecdote cocasse qui se passa en une de ces écoles. ‘ai pu observer les angoisses dune technicienne de surface quand elle devait faire le ménage, cette chère femme se trouvait souvent bloquée, puisqu’elle elle ne savait pas si certains monticules, mégots, papiers froissés, bouteilles vides et autres objets et quasi objets étaient de l’art ou pas.

 

7

Pourquoi pas, nous sommes face à des rivalités mimétiques primaires.

 

8

Le marchés de rue à Paris et en France ont presque toujours leur fleuriste. Dans le marché de la Place Jeanne d’Arc à Paris, que je fréquente pratiquement tous les dimanches, il y a le stand de Sophie, qui nous ouvre à une variété très intéressante de fleurs de qualité. Sophie est là toujours de bonne humeur et de bon conseil. Je ne me souviens pas du jour où j’ai commencé à acheter des fleurs, car j’allais au marché pour me fournir de toute sorte de victuailles ; poissons, fruits de mer, légumes, viandes, charcuterie, fruits, olive, concombres. Le fait est qu’une maison où un bouquet trône dans le salon ou la vie de famille se déroule, il y a comme une lumière d’une autre dimension qui se diffuse, console et égaie les habitants. Quand je visite des pays étrangers, je ressens vite le manque de ces perles qui sont les marchés de rue. Il me semble que ces villes manquent d’ossature, d’artères où circule un bon sang, bien que maintenant on en trouve à New York et même à Londres, Luzern, Zurich mais pas à Lisbonne ou Porto.

 

9

Parce qu’au Portugal, surtout au nord littoral au dessus de Coimbra, mais surtout entre Aveiro et la Coruña, Saint Jacques de Compostelle, le lieu le plus fourni ce serait autour de Porto. Il est notoire désormais que le climat et le terrain sot très favorables au développement de cet arbuste. Il y a un peu partout, il est rare qu’un jardin n’aie pas des camélias et il y a des jardins avec 300 variétés, et même un avec 800 variétés de camélias. Il est fréquent que des grands mateurs japonais se déplacent exprès à Porto pour venir contempler les camélias. Curieux retour puisque les camélias furent importés au XVIème de Chine et surtout du Japon par les botanistes et navigateurs portugais.

Les oeillets e furent employés que durant le période qui alla du coup d’état militaire de 1974 à la fin de la révolution, Un phénomène éphémère inspiré du temps d’Allende au Chili.

 

10

Du pur bonheur, je me couche tard je me lève très tôt et je fais de sereines siestas, quoi de mieux comme repos.

 

11

Actuellement je te conseillerait de lire Alexander McCall Smith, Fabrice Nadjadj , et peut-être Eri-Emmanuel Schmitt.

 

12

Je me suis toujours senti bien accueilli, même en gardant mon accent. Comme partout ailleurs il y a toujours quelques personnes que….(voir la suite dans ton texte)

 

13

Parce que j’ai trouvé en fracis Picabia un joyeux compagnon d’École Buissonnière.

 

14

Les grottes d’Altamira, Lascaux, et bien d’autres lieux, je les aperçoit comme des laboratoires. Mais cela est une très longue histoire.

 

15

C’est le reflet de mon goût hétéroclite pour des oeuvres picturales de différents artistes et époques. J’apprécie beaucoup Memling, comme j’apprécie, Rothko, autant et même plus Mathias Grunwald, Chagall, Balthus, Renoir, Goya, Le Lorrain, les impressionnistes, les enluminures du moyen âge, certaines œuvres des peintres « naifs » des Caraïbes, de Matisse, Brueghel, Pissarro, Picabia, Klee, Balthus, Kadinsky, Otto Dix, Neo Rauch, Jean-Fréderic Schnider, Thomas Huber, Ferdinand Hodler, Eduardo Batarda, Segar, Milton Cannif, Al Capp, Hergé, Rachkam, Shepard, Martial Raysse, et bien d’autres comme Lapicque, Maurice Denis, Puvis de Chavannes, Gauguin, Van Gogh, Carlo Carrá, Magritte, Georgio De Chirico, Sima. Je les aperçoit comme Musique et la Musique je la vois comme musique. Michel Serres a eu cette brillante proposition : « Au début il y eu la Musique ».

Or beaucoup de ces productions qui sont autorisés comme peinture, ne sont que du vacarme, de la « musique » militaire, des fourchettes qui grincent sur l’assiette, les ongles qui glissent le long d’une vitre. D’autres objets et situations qui s’infiltrent comme étant de l’art, ne dépassent le niveau d’un plat manque de bizutage, des corps dérisoires de disfonctionnement d’adaptation sociale.

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01-12-2015

"TEM CUIDADO, MEU AMOR"

virginia moura

 

CONVITE

Apresentação de "TEM CUIDADO, MEU AMOR"
Dia 8 Dezembro - 16h45m - Biblioteca Florbela Espanca - Matosinhos
apresentação a cargo do Dr. José Luis Borges Coelho

Cartas de amor, lidas por outrem, pelo censor, antes de chegar ao destino: e mesmo assim cheias de fogo e candura, de coisas simples, como cuidar da vinha, e de pequenas utopias. A utopia se faz, é verdade, de discretos gestos, de palavras levantadas do chão, de sentimentos sem mácula. Virgínia Moura e António Lobão Vital, o companheiro, por questões políticas, foram presos, diversas vezes, durante o fascismo português. Em estabelecimentos prisionais diferentes, trocaram longa correspondência que agora se torna pública em Tem Cuidado, Meu Amor, obra organizada e prefaciada por Manuela Espírito Santo, que integra um desenho de Siza Vieira e outro de Armando Alves e um longo poema (dedicado a Virgínia e António) de César Príncipe . Edição da Associação dos Jornalistas e Homens de Letras do Porto e da Câmara Municipal de Matosinhos.

 

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03-06-2015

JACARANDÁ

 

de Francisco Duarte Mangas

 

11 de junho 2015

 

 

Convite-Jacarandá_04

 

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"(quase) troncos"

 

 

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Sábado |6 de Junho 2015

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21-05-2015

Da Revolução Gorada aos Desafios do Presente

Convite_PedroBaptistaII

 

29 de Maio 2015

 

 

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27-03-2015

E este blog congelou!

E corria o mês de Fevereiro de 2007.

E a vontade politico-municipal tinha acabado com a Culturporto.

E havia um vazio cultural na cidade que chamam de Invicta.

E como nada se divulgava a ninguém sobre a vida cultural da cidade onde nasci e onde vivo, decidi criar um blog de divulgação de actividades culturais.

Mandei uns mails aqui, outros para ali. Pedi umas "newsletters".

Divulguei!

E a coisa foi funcionando. As pessoas foram vendo um novo meio de divulgação cultural que surgiu. Outros também tentaram fazer coisas mais bonitas e sofisticadas, alguns ficaram pelo caminho.

Por vezes senti-me cansado. Mas continuei. Devo confessar que me dava um certo gozo... A divulgação cultural artesanal funcionava.

Depois senti que a Cultura se virava mais para o lado do negócio que para o lado do ócio. Parei semanas, meses... Mas sentia a necessidade de vos informar, caros internautas.

Agora parei!

Itae blog est!

Há mais gente a fazer o que eu comecei e melhor. Há o twitter e os Guias da Cidade do Porto, os "sites" especializados, as páginas da "Porto Lazer" e este blog já não tem razão de ser!

No entanto por carolice e por amizade - solidariedade com alguns amigos que ainda restam o blog vai continuar, de maneira episódica a divulgar as actividades que eu selecciono de maneira muito pessoal.

Só quero agradecer a todas aquelas e todos aqueles que duarante este tempo me foram informando das actividades que promoviam ou que produziam.

Só mais duas coisas:

- Acho que continua a faltar na cidade um coisa que eu chamo de "Coordenação Cultural". Quem devia assumir esse papel? Não sei.  Ou se sei não estou aqui virado para vos dizer tudo o que sei sobre o que deve ser a vida cultural de uma cidade de média importância.

- Também devo informar aqueles que me seguiram durante algum tempo que o Norberto Vilares é simplesmente um heterónimo. O Norberto é o nome que eu devia ter quando nasci e o Vilares vem lá de Trás-os-Montes do lado da família da minha mãe. O heterónimo foi utilizado porque eu durante alguns meses andei metido na vida cultural portuense e pago com falsos recibos verdes por um organismo dependente de um ministério.

O Blog acabou! Viva a Agenda do Porto (que daqui para a frente fica reservada aos amigos e às coisas que eu considero importantes)

Norberto Vilares

 

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Para contactar o blog envie um mail para: culturanoporto@gmail.com
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