06-11-2009
OBRAS ADIAM EXPOSIÇÃO NA CASA BARBOT
A exposição de pintura de Anabela Amaral, intitulada “Contemplação” e cuja abertura estava prevista para este Sábado (07 de Novembro) na Casa da Cultura/Casa Barbot, em Gaia, foi adiada em virtude do prolongamento das obras em curso no imóvel.
O conjunto de trabalhos da artista plástica não deixará, porém, de vir a constituir a primeira exposição a inaugurar na Casa Barbot logo que terminem os referidos trabalhos.
A nova data de abertura e o período de exposição serão oportunamente divulgadas.
Pelouro da Cultura
Município de Vila Nova de Gaia
Av. República, 590/610
Tel. 223 774 250 - Fax. 223 774 257
"20 Anos Sem Muro"_Convite
A Franchini’s Galeria apresenta
MUCHAGATA
PAISAGEM
INTERIOR –
Arte
Contemporânea_Pintura
Inaugura Sábado 7 de Novembro às 16h
Patente até 31 de Dezembro 2009
«(…) E eu desejaria levantar-me levemente
sobre as paisagens que se enchem de chuva
apaixonada.
Desejaria estar em cima, no meio da alegria,
e abrir os dedos tão devagar que ninguém sentisse
a melancolia da minha inocência
Tanto desejaria ser destruído
Por um lento milagre interior. (…)».
HELDER, Herberto – A faca não corta o fogo.
Lisboa: Assírio & Alvim, 2009, pp. 22-23.
Este pequeno fragmento de um poema é catalisador para a elaboração de uma estrutura interpretativa dos trabalhos de Muchagata. Como num poema, uma paisagem oferece a cada um de nós a possibilidade de construir uma percepção narrativa, ou um sentir pessoal.
Pensemos que podemos construir um exercício de aprendizagem, sempre singular e individual, e observemos uma paisagem com aquilo que se escreve o nosso corpo. Com gestos, lembranças, e trilhos de uma percepção visual elaborada mentalmente através das sensações.
A Paisagens Interior de Muchagata é, por isso, um fluxo do pensamento pictórico através do corpo.
A pintura surge como uma escrita gestual, ritmada, fluida. Sem desperdiçar as heranças e as tendências históricas da pintura do abstraccionismo expressivo ou mesmo da pintura do abstraccionismo conceptual,
Muchagata envolve-se no mundo de quem acredita na vitalidade da pintura construída corpo a corpo, face à predominância dos meios audiovisuais.
As pinturas de Muchagata movem-se no encantamento que se origina na poesia visual.
Através dos códigos da comunicação visual primordiais (podemos recordá-los em Rudolf Arnheim) o processo de trabalho de Muchagata vive de ideias premeditadas de gesto estudado, e por um gesto de… «milagre interior».
O sentido de composição visual das suas obras-primas pela horizontalidade. As formas e as não formas presentes nas telas são límpidas de penumbra e são de cores «fortes» como: o azul cian, vermelho magenta, amarelo primário, ou o laranja quente e o negro. E, então, podemos saber que se tratam de um desembaraçar de tudo o que é superficial e de uma procura
do nascimento do simples, único e essencial.
O resultado é uma sobriedade entre os meios plásticos e as ideias que procura fazer crescer em cada observador.
Muchagata busca o resultado de paixões, de desejos, das suas aventuras no mar e pelo mar, e de
tudo aquilo que não se esgota na vida.
As pinturas convidam-nos a tocar nas formas e nas cores, que se movem entre o fôlego ou a fúria de um gesto ao tamanho da medida interior de cada observador.
São o «Rizoma» de que nos falam Gilles Deleuze e Felix Guattari, de quem cria como respira. São forma de vivência, sobrevivência e modo de construir um entendimento do mundo visual.
Filipe Rodrigues
Biografia_Muchagata
nasce no Porto, 1955. Conclui o Ciclo Especial do Curso de Artes Plásticas (Escultura) da Escola Superior de Belas Artes do Porto, 1978. Monitor da Tecnologia de Vitral e Mosaico da Escola Superior de Belas Artes do Porto, 1980-1994. Docente na Escola Superior Artística do Porto (Cooperativa Árvore). Assistente da disciplina de Vitral e Mosaico da Escola de Tecnologias Artísticas de Coimbra, ARCA-ETAC, 1992-1998. Pós-graduação em História da Arte, Universidade Lusíada de Lisboa, 1996-1997. Mestrado em História da Arte da
Universidade Lusíada – Lisboa, 1995-1999. Primeiro lugar no concurso para Assistente Eventual da disciplina de Vitral e Mosaico da Faculdade de Belas-Artes da Universidade do Porto, 2001.
Trabalha na Fábrica de Cerâmica Majólica (pintura manual) sob a orientação do pintor ceramista António Pascoal, 1977-1978. Sócio fundador da Associação de Estudantes de Artes Plásticas e Design da Escola Superior de Belas Artes do Porto. Frequenta as Oficinas de Cerâmica, sob a orientação do Escultor Ceramista João Carqueijeiro.
Sócio da APA, Associação Portuguesa de Artistas, com a qual colaborou em diversas exposições colectivas. Sócio fundador da «Pedra a Pedra», Centro de Estudo e Trabalho da Pedra, C.R.L., Porto, em 1985. Integra a equipa que colaborou com Júlio Resende, na execução técnica de mosaico parietal para a capela do Hospital Novo de Viana do Castelo. Executa o painel cerâmico, segundo maquete do pintor João Aquino Antunes, para o Instituto Português de Oncologia, IPO, do Porto, em 1993.
Desde 1978, participa em várias exposições individuais e colectivas em Portugal e no estrangeiro.
+ INFO: http://www.franchinisgaleria.
Rua Miguel Bombarda, 214, 3º
4050-377 Porto
Portugal
MANUEL GIO | CRIANÇAS INDIGO
“Em prol da tomada de consciência sobre os novos humanos, o caminho é a aceitação das diferenças”
“A unicidade de cada um é paradoxal às acções uniformes”
Manuel Gio
Inaugura Sábado 7 de Novembro às 16h
Patente até 31 de Dezembro 2009
Franchini’s Galeria
+ INFO: http://www.franchinisgaleria.
Rua Miguel Bombarda, 214, 3º
4050-377 Porto
Portugal
05-11-2009
Fernando Durão na Franchini's Galeria > 7 Novembro
Sem Título I Acrílico s/ tela | 100x100 cm | 2006
A Franchini’s Galeria apresenta
FERNANDO DURÃO
MAGIA DE DUAS FRONTEIRAS – Arte Contemporânea_Pintura
Inaugura Sábado 7 de Novembro às 16h
Patente até 31 de Dezembro 2009
Texto Crítico: Emanuel Von Lauenstein Massarani
Assessoria Cultural no Brasil: Dalva Bertelli
Direcção Artística: Cátia Brandão
Biografia Fernando Durão
Nasceu na cidade do Porto, Portugal em 29 de maio de 1952. Desde cedo demonstrou vocação para as artes plásticas e visuais, dedicando-se à pintura, ilustração, criação de capas de livros, desenho de estamparia.
Neste período já freqüentava a Escola de Belas Artes Soares dos Reis que se diferenciava do ensino padrão pelo enfoque nas artes visuais. Em 1969, devido à guerra colonial com Ângela e à ditadura no continente português, sua família muda-se para o Brasil, Rio de Janeiro, onde dá continuidade à sua vocação, freqüentando ateliers de jovens artistas, participando de exposições de pintura e fazendo desenho de cartazes. Em 1970, transfere-se para São Paulo onde sua carreira como artista visual cresce rapidamente com exposições em importantes locais como: MASP, Bienal Nacional de São Paulo, MACC- Campinas, Museu de Arte Brasileira, Memorial da América Latina, etc., e vem realizando exposições individuais em renomadas galerias e museus no Brasil e exterior (Portugal, Alemanha, Argentina, Itália e outros).
Desde 1977, dirige galerias de arte, espaços culturais, realiza inúmeros projetos como curador e artista e escreve sobre artes visuais (plásticas e fotográficas) em jornais, revistas e catálogos de exposições. Participa também, de inúmeros salões de artes plásticas e fotográficas, como membro de júri em diversas cidades do Estado de São Paulo.Desde 1999 recebe convites para participar de comissões de arte da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo e do Museu Brasileiro da Escultura-MUBE. Atualmente, é presidente eleito da APAP-SP Associação Profissional de Artistas Plásticas e tem um Caderno sobre Fotografia na Revista Consulte - Arte, Decoração e Arquitetura.
Realiza, com freqüência, viagens para o exterior para divulgação de sua obra em exposições, intercâmbio cultural com artistas e atualização dos movimentos culturais no cenário internacional na Europa e América Latina
+ INFO: http://www.franchinisgaleria.
Rua Miguel Bombarda, 221
4050-377 Porto
Portugal
PEQUENAS GRANDES OBRAS-Digital
A Associação Profissional de Artistas Plásticos de São Paulo - APAP-SP em parceria com a Franchini’s Galeria
PEQUENAS GRANDES OBRAS – Digital
apresenta um panorama diversificado e significativo da Arte Contemporânea Brasileira em parceria com artistas convidados de Portugal e da Alemanha
Artistas
Adriano de Aquino - Agi Straus - Alberto Teixeira - Alcindo Moreira Filho - Aldir Mendes de Souza - Alice Brill - Ana Alice Francisquetti – Anapana - Angelo Milani - António Carelli - António Henrique Amaral - Antonio Lizárraga - Antonio Peticov - Aprígio Fonseca - Arcangelo Ianelli - Ariel Severino - Astrid Salles - Bárbara Schubert Spanoudis - Braz Dias - Caciporé Torres - Carlos Takaoka - Cássio Lázaro - Cesar Romero - Cezira Colturato - Chris Trucco - Christina Parisi - Cildo Oliveira - Cirton Genaro - Cláudio Tozzi - Cleber Machado - Coca Rodrigues - Darel Valença - Denise Milan - Diana Marth - Duda Rosa - Edílson Ferri -Eduardo Iglesias - Emanoel Araújo - Ermelindo Nardin - Eva Reiter - Evandro Carlos Jardim – Fang - Fernanda Amalfi - Fernando Durão - Fernando Lemos – Franchini - Francisco Baratti -Gastão de Magalhães - Gilberto Salvador - Gracita Garcia Bueno - Gregório Gruber - Guilherme de Faria - Gustavo Rosa - Guto Lacaz - Hercules Barsotti - Ida Zami - Inácio Rodrigues - Inês Benou - Inos Corradin - Israel Pedrosa - Ivald Granato - João Câmara - José Roberto Aguilar - José Zaragoza - Júlia Markman – Kamori - Kazuo Wakabayashi - Kenichi Kaneko - Lily Simon - Lourdes Cedran - Lúcia Py - Luis Bayón - Luis Castañón - Luis Paulo Baravelli - Marcelo Grasmann - Marcos Rizolli - Marcello Nitsche - Maria Amélia MABSA - Maria Bonomi - Maria dos Anjos - Marianne Stueve - Marilzes Petroni - Mário Gruber - Marysia Portinari - Meri Lavin - Miguel de Frias - Nelson Screnci - Neno Ramos - Newton Mesquita - Nicolai Dragos DC - Nicolas Vlavianos - Nino Millán - Norberto Stori - Norha Beltrán - NR Lazur - Odetto Guersoni - Oswaldo Forty - Octávio Araújo - Patrícia Al’kary - Paulo Acencio - Paulo Cheida Sans - Pedro Campelo - Raul Córdula - Regina Silveira - Renate Gehrcke - Renina Katz - Riva Rapoport - Rodolpho Tamanini Netto - Romildo Paiva - Ronaldo Gifalli - Rubens Gerchman - Rubens Ianelli - Sara Goldman-Belz - Silvio Dworecki - Sobral Centeno - Sonia Von Brusky - Sophia Tassinari - Takashi Fukushima - Taro Kaneko - Terezinha Ehmke - Tita Costa - Tomie Ohtake - Valdir Rocha - Vera Salamanca - Vitor Carvalho - Walter Miranda Yone Di Alerigi - Yutaka Toyota - Yugo Mabe - Zélio Alves Pinto
Inaugura Sábado 7 de Novembro às 16h
Patente até 31 de Dezembro 2009
Artista Visual - Curadoria: Fernando Durão
Assessoria Cultural no Brasil: Dalva Bertelli
Direcção Artística: Cátia Brandão
+ INFO: http://www.franchinisgaleria.
Rua Miguel Bombarda, 221
4050-377 Porto
Portugal
Histórias de bolso | MUUDA
EXPOSIÇÃO COLECTIVA DE PINTURA E DESENHO

A Árvore apresenta uma EXPOSIÇÃO COLECTIVA DE PINTURA E DESENHO com obras de Acácio de Carvalho, Alcino Soutinho, Ana Silva, Ângelo de Sousa, Catarina Machado, Cristina Guise, Evelina Oliveira, Graça Morais, Henrique do Vale, Isabel Braga, Isabel Padrão, Joana Rêgo, Luís Melo, Roberto Machado, Rogério Ribeiro, Rui Aguiar, Rui Paes, Rui Pimentel, Sobral Centeno, Teresa Roza D’Oliveira, de 15 de Outubro a 21 de Novembro de 2009.
Clique aqui e veja algumas imagens desta exposição!
Esta
exposição que reúne obras de artistas de formação e idades diferentes
pretende divulgar a contribuição dada pela Árvore para o conhecimento
da arte contemporânea e ilustrar este contributo com testemunhos da
evolução do gosto sem pretensão duma cobertura de opções estéticas.
A
arte evolui, transforma-se através dos tempos mas as razões que a fazem
mover são eternas. A humanidade exprime através da arte os seus
complexos sentimentos e anseios.
Departamento de Acções Culturais e Edições, Setembro 2009








