Agenda do Porto

Blog (não institucional) de divulgação cultural. Agenda cultural do Porto

13-11-2009

Noites Brancas

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CHÃO CONCRETO tem o prazer de convidá-lo para a estreia da sua 1ª produção, Noites Brancas, a partir do conto homónimo de Fiódor Dostoiévski.

     A estreia será no dia 18 de Novembro,  pelas 21.45h, na Sala-Estúdio Latino do Teatro Sá da Bandeira, no Porto. O espectáculo ficará em cena até ao dia 29 de Novembro, de quarta a domingo, sempre às 21.45h. 

    O conto

    Um homem vagueia, sozinho, por S. Petersburgo - a cidade em peso, essa, vagueia pelos verões do campo. Uma mulher espera, sozinha, apoiada no parapeito do canal. Um oportunista, cambaleante e pouco respeitável, ensaia uma abordagem agreste e atrevida à menina do chapéu amarelo. O primeiro, o nosso sonhador, salta de rompante para o outro lado da rua - qual herói improvisado! – e afugenta a ameaça. Os ânimos acalmam. A donzela respira fundo. As mãos apertam-se. É então que ele se apercebe: uma mulher. Conheceu finalmente uma mulher! Depois disso vão encontrar-se ali mais quatro noites. Ela porque espera. Ele porque alimenta a sua espera. O amor há-de chegar de manhã. Quando a noite branca acabar. Quando a realidade tornar tudo estranho outra vez.

    “Noites Brancas” é um dos maiores romances da literatura mundial. Uma incursão atípica e genial de Fiódor Dostoiévski pela estética do Romantismo.

    O espectáculo

    A premissa central de uma adaptação da obra russa tem, como incontornável primeiro, o romance de amor entre o personagem anónimo – o Sonhador – e Nástenka. A história de amor assume-se como motor operativo - em discurso directo, dialogante -  para um tratamento dramaturgico do enredo. Não obstante, esta evidência não ofusca aquela que será a pedra basilar para a construção deste espectáculo: a solidão e o diálogo interior do Sonhador dostoiévskiano.

    Partindo de dois actores, a proposta é fazer uma incursão ao mesmo texto - respeitando a estrutura literária e formal - mas operando uma subversão dramaturgica subtil, no sentido de perpetuar o ponto de partida comum ao universo de Dostoievski: o monólogo. Ambos contam a história, que é a sua, porque ambos são o mesmo Sonhador. O espectro do sonho é ampliado e o discurso ganha uma vida diferente, ainda mais próxima da memória afectiva, ao passar para o plano indirecto. O Sonhador entra e sai da sua própria história; encena-a; relata-a; confirma-a. O uso de dois actores potencia o jogo cénico e vai permitir uma abordagem essencialista e objectiva, procurando sempre o âmago das palavras e das emoções. O uso de dois actores homens tem como vantagem dramaturgica impossibilitar a concretização da imagem feminina, perfeita, sonhada e sempre idealizada.

    O resultado é um ensaio sobre a solidão, numa espécie de solilóquio dialogante. 

    O espectáculo estreia agora, no Porto, tendo prevista uma reposição durante o ano de 2010, bem como a circulação pelas salas de espectáculos nacionais.

    NOITES BRANCAS

    1ª Produção Cia. Chão Concreto

    Texto: Fiódor Dostoiévski

    Tradução: Filipe Guerra e Nina Guerra

    Dramaturgia: Rodrigo Santos

    Encenação: Rodrigo Santos

    Interpretação: Ivo Bastos e Nuno Preto

    Desenho de Luz: Pedro Vieira de Carvalho

    Cenografia: Ricardo Preto

    Figurinos: Catarina Marques

    Sonoplastia: Rodrigo Santos

    Design Gráfico: Mónica Santos

    Produção: Marta Lima

    Informações e reservas:

 

      Marta Lima

      91 616 52 18

          Rodrigo Santos

          91 983 99 97 

          noitesbrancas.prod@gmail.com 

                              

  O Chão Concreto

    Chão Concreto é um projecto teatral sem forma de companhia.

     Às tantas horas do dia x, fulano estava há um par de horas apático. Cicrano falava, gracejava, pensava, observava e, depois de muito formalizar, bocejava fórmulas antigas para um placebo eficaz. Como quem pinta um quadro. Iam já no 30º dia. Cicrano convicto da cura fácil e fulano descalço, numa caixa preta sem janelas.

     Isto mais um dia. E outro. E assim mais outro.

     Ao dia 34, fulano decidiu calçar as botas e sair um pouco. Cá fora estavam todos de boa saúde!  Surpreendentemente, fulano percebeu que todos respiravam bem e corriam grandes distâncias transpirando saúde e coisas normais... “Para quê então o xarope?!”, pensou.

     Excitado com a descoberta, tornou meia volta na direcção da caixa negra e entrou de rompante no escuro, rasgando o silêncio e o cheiro barato a tabaco de artista:

     Queria contar tudo o que vira!

     Queria dizer que lá fora todos gritavam e falavam de coisas normais!

     Queria dizer que cuspiam saúde a jorros e que era um erro pensá-los enfermos!

     Queria dizer que não se trata de curar, mas de conversar!

     Queria pedir que os deixassem ficar acordados em vez de lhes fecharem os olhos à força com luzes e muitas cores!...

     Queria falar como os outros mas estava a dormir no 1º acto. 

     Chão Concreto é um novo projecto teatral da cidade do Porto. Parte de uma vontade de Rodrigo Santos – de encetar um trabalho de pesquisa teatral continuado e que se deseja constante – e de muita boa vontade de alguns amigos e bons artistas, para a concretização deste primeiro espectáculo.

    

Projecto não financiado, pretende assumir-se como mais uma força viva da prática teatral da cidade. Não tem outra razão de ser que não seja a vontade de ver mais gente sentada numa sala de espectáculos: pretende comunicar e ser comercial para não depender de terceiros.   

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"Mansarda" - 19 a 21 de Novembro no Festival Mettre en Scène, Rennes, França

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MANSARDA

19 e 20 de Novembro às 20H, 21 às 16H: 
França, Rennes, Le Grand Logis, Festival Mettre en Scène

Espectáculo de encerramento do ciclo “Poética da Casa”, “Mansarda” propõe uma súmula das várias ideias de casa que com ele queremos abordar: casas feitas de pele-memória que existem fora do tempo. Casas com raízes e sabor a terra sensíveis ao ciclo das estações. Casas-corpo-árvore, pés mergulhados na terra e cabeça a tocar o céu. Casas com as memórias de um mundo rural antigo, com a lembrança dos campos e dos animais. Casas com os serões de trabalho e festa, com os medos da escuridão e o secreto desejo da viagem. Casas com ninhos prestes a voar. Casas que integram o vento e a chuva e acolhem um sonho de mar. Casas-ilha, casas flutuantes, casas da eternidade. Casas com as paisagens da imensidão.

As linguagens das imagens e das emoções, do corpo, dos objectos, da música voltarão a ser base deste novo manifesto poético que, sem palavras, quer falar da importância da preservação da memória e do devaneio.

Ao longo da vida vamos construindo um sótão-abrigo onde guardamos os nossos sonhos-lembrança fundamentais. As vivências, as histórias, as imagens que fomos retendo para podermos a elas voltar sempre que o desejamos. No fundo, uma casa para o nosso coração. Uma casa que se confunde connosco e sempre nos acompanha.

Velhos, visitamos estes sótãos com raízes numa infância longínqua e fazemos soar livres os fios da memória. Baralhamos a curva do tempo. Caminhamos em direcção aos inícios, vamos para o lugar onde se encontra a morada dos nossos devaneios...

Os escritos de Bachelard e os desenhos, as esculturas e as instalações de Louise Bourgeois serão o ponto de partida para um diálogo com múltiplos autores: Tonino Guerra, Miguel Torga, Cesare Pavese, Mia Couto, Chagall, Dussaud… A máscara, o palhaço, a dança com cadeiras, roupas, ramos, palha…, a música das máquinas de costura-sanfona, a voz e o canto serão matérias certas no trabalho de improvisação teatral.

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Ficha artística

Criação colectiva

Direcção artística: André Braga e Cláudia Figueiredo

Direcção e concepção plástica: André Braga

Dramaturgia: Cláudia Figueiredo

Composição musical: Alfredo Teixeira

Interpretação: Ana Madureira, André Braga, Graça Ochoa, Inês Oliveira, Inês Mariana Moitas, João Vladimiro, Mafalda Saloio, Patrick Murys

Cenografia: André Braga, Carlos Pinheiro, Nuno Guedes, Américo Castanheira

Instrumentos musicais: Sandra Neves (sanfonas e sanfonelas) André Braga, Alfredo Teixeira, Nuno Guedes, Duarte Costa (sanfonas)

Figuras dos velhos: Sandra Neves, Lília Catarina (máscaras femininas)

Adereços: Sandra Neves, Carlos Pinheiro, Nuno Guedes

Figurinos: Inês Mariana Moitas

Coordenação da construção: Nuno Guedes

Desenho de luz: Cristóvão Cunha

Desenho de som: Harald Kuhlmann

Produção: Ana Carvalhosa (direcção) e Cláudia Santos

co-produção Circolando, Fundação Centro Cultural de Belém / Próspero, com o apoio do Programa Cultural da UNIÃO EUROPEIA, e Teatro Nacional São João

Circolando é uma estrutura subsidiada pelo Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes

Outros apoios: IEFP / Cace Cultural do Porto

CIRCOLANDO

Desenvolvendo a sua actividade desde 1999, Circolando vem afirmando a singularidade do seu projecto artístico com a criação e difusão dos espectáculos “Caixa Insólita”, “Giroflé”, “Charanga”, “Cavaterra”, “Quarto Interior”, “Casa-Abrigo” e “Mansarda”

Espectáculos que propõem um teatro visual e interdisciplinar que cruza o teatro físico, a dança, o teatro de objectos, o circo, a música e o vídeo.

Um teatro dançado que habita as paisagens do sonho. Um teatro próximo da poesia que traz histórias libertas de toda a lógica narrativa. Histórias que, mais do que contadas, querem-se livremente inventadas por um espectador contemplativo. Histórias que não pretendem oferecer um sentido, mas despertar todos os sentidos... com imagens, músicas, cheiros, emoções...

Um teatro que resulta da pesquisa, da experimentação e do “work in progress”, submetendo continuamente os projectos a novos questionamentos. As estreias, em vez de constituírem o tradicional encerramento do processo criativo, indicam sempre o seu relançamento.

Um teatro itinerante com forte difusão internacional. Fora de Portugal, Circolando já foi acolhida em Espanha, França, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Alemanha, Áustria, Eslovénia, Coreia do Sul e China.

De modo complementar à criação e difusão de espectáculos, Circolando promove também ateliers de formação em diversos campos artísticos. Recentemente, vem ainda produzindo pequenos projectos de criação cujo objecto final se desvia do formato espectáculo. Performance, instalação, vídeo vêm então abrindo novos campos de expressão e experimentação.

Mais informações:

Circolando

T: 225 189 157

www.circolando.com

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09-11-2009

TEATRO-FÓRUM // 11 NOVEMBRO

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PELE_Espaço de Contacto Social e Cultural
www.apele.org

 


www.associacaopele.blogspot.com

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05-11-2009

Inauguração do Centro de Documentação do TNSJ|11 Nov|18h30

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11 Novembro2009|18h30

Mosteiro de São Bento da Vitória

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Centro de Documentação TNSJ ©João Tuna


Inaugura na próxima quarta-feira, dia 11 de Novembro, às 18h30, o Centro de Documentação do Teatro Nacional São João. Situado numa das salas do Mosteiro de São Bento da Vitória, este novo espaço de consulta e pesquisa estará aberto ao público de segunda a sexta-feira, entre as 14h30 e as 18h.

 

O novo Centro de Documentação do TNSJ, para o qual o arquitecto Nuno Lacerda Lopes desenhou uma cenografia funcional, reúne um espólio com mais de quatro mil livros (teatro, dança, dicionários, enciclopédias…), cerca de mil números de publicações periódicas nacionais e internacionais, 150 exemplares de vídeos, mais de 300 dossiers fotográficos, 300 textos cénicos, entre muitos outros documentos.

 

Todo este material especializado que agora está disponível ao público em geral resulta de um longo trabalho de recolha e armazenamento iniciado no ano 2000. Desde 2001 que parte destes documentos (referências bibliográficas, fotografias, materiais promocionais, recortes de imprensa, gravações áudio e vídeo) estão disponíveis numa base de dados, o CinfoCentro de Informação alojado no sítio do TNSJ (www.tnsj.pt

 

). Esta plataforma digital tem funcionado igualmente como biblioteca online.

 

Durante a cerimónia de inauguração será lançado o livro Identidades Reescritas: Figurações da Irlanda no Teatro Português, da autoria de Paulo Eduardo Carvalho, com apresentações a cargo de Maria Helena Serôdio, professora catedrática e Presidente da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, e de Rui Carvalho Homem, investigador e professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

 

Esta será também ocasião para o lançamento em DVD do espectáculo O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, estreado no palco do TNSJ em Novembro de 2008. A sessão contará com as presenças do encenador Ricardo Pais e de Tiago Guedes que assina a realização.

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Centro de Documentação

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Uma biblioteca e um arquivo são como provas de vida, animadas por uma ficção: nenhum documento é o primeiro, e nenhum documento é o último. Uma biblioteca e um arquivo de artes performativas (teatro, dança, música…) são provas de vida com um paradoxo dentro: conter aquilo que é, na sua essência, um acto irrepetível. No TNSJ, a criação destes contentores de memória também têm sido uma prova de resistência à fatalidade: o incêndio do Real Theatro de São João (1908) e as obras de requalificação do já então Teatro Nacional São João (1993-95) destruíram ou dispersaram 200 anos de história.

Em 2000, o Centro de Documentação surgiu para contrariar a efemeridade do gesto criativo e desdramatizar os efeitos de várias maldições documentais. Iniciou um sempre inacabado processo de recolha e tratamento de todo o material de carácter documental criado pelo TNSJ, disponibilizando-o dentro e fora de portas. Gere, desde 2001, uma base de dados, o Cinfo – Centro de Informação (alojado em www.tnsj.pt), que referencia os documentos fisicamente existentes no Centro de Documentação, funcionando igualmente como biblioteca online, já que grande parte desses documentos está também disponível no seu formato digital. E desenvolve, desde a primeira hora, uma biblioteca especializada em artes performativas, espólio que agora partilhamos com outros profissionais e com o público em geral. Instalado numa sala do Mosteiro de São Bento da Vitória, para a qual o arquitecto Nuno Lacerda Lopes desenhou uma cenografia funcional, o Centro de Documentação do TNSJ abre-se a uma comunidade de utilizadores desejavelmente capaz de colocar em movimento uma utopia do possível: que nenhum leitor seja o primeiro, e que nenhum leitor seja o último.

Colecções em regime de livre acesso

Livros: obras de referência (dicionários e enciclopédias); livros sobre o teatro e a dança do ponto de vista histórico, teórico e crítico; monografias sobre grandes criadores do teatro e da dança; livros sobre as diferentes áreas do teatro (encenação, cenografia, produção, etc.); história e escritos teóricos sobre o drama enquanto género literário; as várias dramaturgias universais nas suas línguas originais ou em traduções para o português, inglês e francês; memórias, autobiografias, entrevistas ou notas dos criadores; biografias de dramaturgos, encenadores, actores, etc.

Publicações periódicas: revistas portuguesas correntes e algumas já extintas; 19 assinaturas regulares de revistas francesas, inglesas, americanas, italianas e belgas.

Vídeos: edições vídeo de teatro e dança; documentários sobre teatro e dança; teatro televisivo; adaptações de peças de teatro ao cinema; filmes de dança; filmes realizados por encenadores e dramaturgos; óperas dirigidas por encenadores relevantes.

CDs: teatro radiofónico.

Colecções em regime de acesso condicionado

Dossiers fotográficos: fotografias de espectáculos e eventos produzidos ou programados pelo TNSJ (impressas em papel ou em formato digital).

Programas e materiais promocionais: programas e folhas de sala, cadernos de programação, cartazes, postais, flyers, convites, etc. (de espectáculos e eventos produzidos ou programados pelo TNSJ, e colecções de outras companhias e instituições portuguesas e estrangeiras).

Registos vídeo de espectáculos

Textos cénicos

Comunicados de imprensa

Dossiers de recortes de imprensa: críticas, notícias, anúncios de cada um dos espectáculos e eventos produzidos ou programados pelo TNSJ.

Em fase de recolha e tratamento: spots de rádio e televisão, desenhos de figurinos, desenhos de cenários, desenhos de som e luz, guiões técnicos, legendagens, maquetas de cenários.

Serviços

• Consulta presencial

• Visionamento de vídeos

• Apoio e orientação dos utilizadores

• Acesso à base de dados Cinfo

• Acesso à base de dados de recortes de imprensa Cision (teatro, dança, política cultural)

• Reprodução de documentos

• Acesso à Internet

Horário

segunda a sexta-feira 14:30-18:00

Centro de Documentação do TNSJ

Mosteiro de São Bento da Vitória

Rua de São Bento da Vitória

4050-543 Porto

T 22 339 50 56 | F 22 339 50 69

pbraga@tnsj.pt

www.tnsj.pt

O Centro de Documentação do TNSJ é membro da SIBMAS – Société Internationale des Bibliothèques et des Musées des Arts du Spectacle.

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04-11-2009

Novidades de Novembro | Visões Úteis

                                                                                                                                                                                                                                                           

         TEATRO PORTÁTIL | Outono 09          

            

Os espectáculos O Contrabaixo

 

e Adúlteros Desorientados

 

continuam na estrada durante o mês de Novembro.          

         
            

 

 

            
         

            

O Contrabaixo

 


a partir de Patrick Süskind          

            

Coimbra 22/09
Lisboa 26/09
Guarda 30/09
Portalegre 19/11 às 21h30 na Igreja do Convento de  Santa Clara (espectáculo integrado na programação do Festival Internacional de Teatro de Portalegre

 

)

         
            

 

                      

            

Adúlteros Desorientados
a partir de Juan José Millás          

 

            

Coimbra 06/10
Porto 12/11 às 21h30 no Bar Labirintho

 


Gouveia 28/11 às 21h30 no Teatro Cine de Gouveia

 

 

         
            

 

Adúlteros Desorientados

                      

            

         Vou Comprar Um Cavalo e Desandar          

            

03 Novembro às 17h00

Escola de Gestão da Universidade do Porto

 



Rua de Salazares, 842 
4149-002 Porto 

Sessão de lançamento do Portfólio 2010

 



Este evento, anunciado como acontecendo no dia 28 de Outubro, foi alterado e acontecerá hoje, Terça-feira, dia 3 de Novembro de 2009.

Serão apresentados um excerto de "O Contrabaixo" e também o texto "Vou comprar um cavalo e desandar", escrito pelo Visões Úteis em 2001 e integrado no espectáculo "Estudos"

 

que vamos revisitar por ocasião da apresentação dos novos cursos da Escola de Gestão do Porto.

É um confronto até à morte entre Prometeu e Belmiro de Azevedo... A coisa promete! A interpretação será de Ana Vitorino e Carlos Costa.

O que não deixa de ser paradoxal. Tem tanta gente à sua volta, toda a gente o quer conhecer. Este é o seu momento. Toda a gente sabe quem você é. A sua cara está em todo o lado, todas as revistas fizeram reportagens sobre si, sei que está farto de receber convites... No outro dia até vi um anúncio a um detergente em quefalavam de si. A sua vida mudou muito com esta atenção toda, não?          
            

 

                      

            

         SERVIÇO EDUCATIVO          

            

  Acções do Serviço educativo com a UATIP
(Universidade do Autodidacta e Terceira Idade do Porto)

5 de Novembro
Ensaio aberto do espectáculo Adúlteros Desorientados

 

seguido de conversa sobre intepretação e humor.

19 de Novembro
Exibição do filme Os Ossos de que é feita a Pedra

 

seguida de conversa sobre Identidade e Arte Contemporânea.          

         
            

 

 

            
         

            

         Workshops Muna

 

            

Início de Novembro (datas ainda a confirmar) mais duas acções de formação para os alunos da Escola E.B. 1 da Fontinha

 

ainda no âmbito do espectáculo Muna

 

, que os alunos foram assistir.

Será explorado o universo do sonho, da fantasia e das suas personagens únicas.                    
            

 

 

 
                      

            

         Instalação
Os Ossos de que é Feita a Pedra

 

            

  De 1 a 30 Novembro 2009
Seg a Sáb das 10h às 19h

No dia 31 de Outubro inaugurámos a instalação "OSSOS", no Espaço Gesto, uma tentativa de partilhar, no Porto, todo o lastro imaterial que deixámos em Santiago de Compostela, na sequência da criação de um audio-walk para a Cidade da Cultura da Galiza. E na mesma altura estreámos em Portugal o filme "Os ossos de que é feita a pedra", realizado por Michele Putortì, a partir deste trabalho de arte na paisagem.

Esta Instalação estará patente durante todo o mês de Novembro no Espaço Gesto.

Espaço GESTO - Cooperativa Cultural

 


Rua Cândido dos Reis, 64
4050-153 Porto
Portugal          

         
 

            

Cluny 2010

 

e À volta da Batalha

 

            

Continuamos o processo criativo e de investigação dos projectos Cluny 2010 (no âmbito do qual começámos já no passado dia 1 de Novembro a realizar captação de imagens em Itália) e À volta da Batalha, projectos que têm a sua abertura agendada para o ano de 2010.          

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29-10-2009

Cinderela do Teatro de Marionetas do Porto

7 A 29 DE NOVEMBRO

BALLETEATRO AUDITÓRIO

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O TMP APRESENTA O SEU MAIS RECENTE TRABALHO

- CINDERELA -

UM ESPECTÁCULO ORIGINAL E DIVERTIDO, PARA TODOS A PARTIR DOS 4 ANOS.

SINOPSE:

Esta não é uma Cinderela tradicional. Há uma reescrita, um tanto ou quanto anacrónica, da história tradicional, a partir das versões de Perrault e Grimm. Personagens saídos de outros contos de fadas caem do céu para dificultar a vida a Cinderela. Há uma Bruxa-Má que detesta histórias com final feliz e um Lobo-Mau disfarçado de GNR a patrulhar as estradas da floresta. Os Sete Anões são chamados para salvar Cinderela de morte certa, na sua qualidade de especialistas em técnicas de salvamento de meninas envenenadas. A Fada-Madrinha é uma tia irascível e ajusta contas com a Bruxa-Má, num combate de wrestling. No final Cinderela casa mesmo com o príncipe e têm imensos filhinhos, para descanso de todos.

 

PÚBLICO EM GERAL:

sábados às 16h00 e 21h30; domingos às 16h00

PÚBLICO ESCOLAR:

terça a sexta, às 10h30 e 15h00

 

BALLETEATRO AUDITÓRIO

Praça 9 de Abril, 76 - Porto (Jardim de Arca d'Água)

RESERVAS PELO TEL. 222089175

ESPECTÁCULO PARA MAIORES DE 4 ANOS.

Encenação, texto e cenografia João Paulo Seara Cardoso Marionetas a partir de desenhos de João Vaz de Carvalho Música Paul Ferrer Figurinos Pedro Ribeiro Coordenação de movimento Isabel Barros Desenho de luz António Real e Rui Pedro Rodrigues Produção Sofia Carvalho Interpretação Sara Henriques, Sérgio Rolo, Shirley Resende Operação de luz Rui Pedro Rodrigues Assistentes de produção Edgard Fernandes, Pedro Miguel Castro Oficina de construção Rui Pedro Rodrigues (coordenação e modelação) Inês Coutinho (pintura) Nuno Valdemar Guedes, Filipe Garcia Construção cenográfica Américo Castanheira, Tudo-Faço Design gráfico Jorge Cerqueira Fotografia de cena Susana Neves Apoio Balleteatro Auditório Co-produção Teatro de Marionetas do Porto, Auditório de Espinho, FIMS - Chão de Oliva

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26-10-2009

"Quarto Interior" e "Charanga" no Piccola Europa, em Itália

Nos próximos dias 30 e 31 de Outubro e 1 de Novembro a Circolando irá apresentar as suas criações “Quarto Interior” e “Charanga” no Festival Piccola Europa, organizado pelo Teatro delle Ariette, Itália.

 

“Quarto Interior” subirá ao palco a 30 e 31 de Outubro, pelas 21H, no Teatro delle Ariette Deposito Attrezzi,  em Castello di Serravalle.

Sinopse:

“Se nos perguntassem qual o benefício mais precioso da casa, diríamos: a casa abriga o devaneio, a casa protege o sonhador, a casa permite sonhar em paz.”

Gaston Bachelard

Com um teatro dançado, sem palavras e próximo da poesia, “Quarto Interior” fala-nos dos quartos que transcendem a geometria. Refúgios do sonho, estes espaços mínimos crescem sem limites. Abrem-se para integrar o vento, as árvores e os pássaros.

São quartos que estão em nós. Longe, em nós. Quartos feitos de tempo. De grossa pele-memória. Moradas do espaço íntimo onde guardamos um tempo suspenso, quase esquecido: o tempo de todas as idades da inocência.

Sinopse Poética

Num lugar longe de tudo, um quarto.

Um quarto de portas e janelas voltado para uma árvore.

Um quarto mínimo. Cama, mesa, banco.

Um quarto com camadas de tempo e lembrança.

Lá dentro, alguém cumpre a função essencial de o habitar. Sonha.

Pelo sonho, transcende a geometria do quarto. As paredes movem-se.

Transportam-nos para outros lugares, para outros tempos.

No Inverno da vida, recriamos a Primavera. A chegada dos pássaros. O nascimento dos ovos. A sementeira dos campos.

Ficha Artística

Criação Colectiva

Direcção Artística: André Braga e Cláudia Figueiredo

Interpretação: André Braga e Patrick Murys

Participação na Interpretação e Criação: António Júlio (1ª fase)

Direcção e Concepção Plástica: André Braga

Dramaturgia: Cláudia Figueiredo

Composição Musical: Alfredo Teixeira

Desenho de Luz: Cristóvão Cunha

Desenho de Som: Harald Kuhlmann

Figurinos: Rute Moreda

Construção: Duarte Costa (coordenação), Hugo Almeida, Nuno Brandão, Tudo Faço/Américo Castanheira e João Pedro Rodrigues

Coordenação Técnica: Cristóvão Cunha

Direcção de Cena: Ana Carvalhosa

Operação de Luz: Cristóvão Cunha

Operação de Som: Harald Kuhlmann

Palco e Montagem: Nuno Guedes

Direcção de Produção: Ana Carvalhosa

Design Gráfico e Fotografia: João Vladimiro

Criação em co-produção com o Teatro Nacional São João e em colaboração com o Centro Cultural de Belém

Circolando é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura/Direcção Geral das Artes

Apoios: Fundação Calouste Gulbenkian; IEFP/Cace Cultural do Porto

Produção Executiva: Corropio, Lda.


Charanga” será apresentado no dia 1 de Novembro, pelas 19H, na Piazzà Libertà, em Monteveglio.

 

Sinopse:

Espectáculo poético e visual, “Charanga” parte de dois objectos simbólicos, a bicicleta e a fanfarra. Parte das entranhas da terra para desejar os elementos ali ausentes: luz, ar, viagem… Procura a solidão, a nostalgia dos mineiros… e inventa para eles um sonho de criança. Um sonho de fuga e evasão em círculos de um carrossel. Um sonho que se conta com música. A música de uma pequena filarmónica de sopros.

O espaço de sonho tem a forma de um círculo. Um círculo de terra com uma enigmática peça de ferro ao centro. Antes, houve uma vida dentro da terra fria e longas viagens por estradas sem fim. Histórias de um antes de ali chegarem que o que abre o espectáculo transpõe para a tela.

“Charanga” constitui uma das partes do projecto alargado “Ciclo das Minas”. Com ele Circolando parte para as terras esquecidas que são as minas abandonadas em busca das vidas que lá persistem. Das vidas que perduram nas histórias e nos sonhos das suas gentes.

Vidas negras de homens-toupeira onde luz a sempre persistente “tenebrosa e maravilhosa loucura”. A loucura que deforma porque não se conforma. Desobedece, com o sonho de outros mundos. Subverte, procurando a beleza, o prazer e o espanto.

Vidas que “Charanga” celebra tomando por pontos de partida dois objectos simbólicos: a bicicleta e a evocação do vento e da viagem; a fanfarra e as imagens associadas do brilho e da luz.

A estes objectos vieram juntar-se a turba de água que traz consigo o mar e os sonhos de criança nos círculos de um carrossel... sonho com sóis e cabeças de vento.

“Charanga” reúne um grupo de homens saídos das minas

que numa fanfarra de sopros e a pedalar

leva os cantos do minério a correr mundos.

Cantos que são a fala dos homens-toupeira que habitam os interiores da terra.

Cantos que ora tomam a forma de coros que choram os segredos e milagres da terra,

ora a de cânticos que exaltam a delícia da luz, do vento

e proclamam o devaneio pelo sonho num carrossel alado.

Cantos que primeiro deambulam num percurso

e depois desenham um espaço circular...

Cantos que fazem acontecer um espectáculo em miniatura.

Um círculo de terra com uma enigmática peça de ferro ao centro constitui o espaço cénico. O público, colocado em torno desta área, assiste à chegada do grupo de homens saídos das minas. O seu sonho conta-se com música. Conta-se com as melodias dos instrumentos de sopro e com os percursos circulares das bicicletas.

Uma grande turba de água reúne o grupo para a construção do carrossel. Um carrossel que gira a pedais.

“Charanga” pede ao público que se abandone à nostalgia do seu movimento circular, que se deixe levar pelas figuras dos sonhos de criança.

Com resposta incerta sobre o que viu passar-se, o público sente a transformação do seu olhar, do espaço e do tempo. Sente-se embriagado por este pequeno espectáculo poético e visual.

Quisemos que o sonho de “Charanga” se contasse pela música de uma pequena filarmónica de sopros.

Quisemos que, ali, a viagem, o vento, a libertação surgissem na forma de bicicletas.

Quisemos desenhar o tempo da fuga e da evasão em círculos de um carrossel.

Procuramos a tristeza, a solidão, a nostalgia dos mineiros... e, com o sonho da fuga num carrossel alado, acendemos-lhes incêndios na cabeça.

Mineiros que percorrem o mundo todo até àquele espaço circular onde podem abrir o carrossel e partir… fugir nos braços do vento e deixar-se voar e planar na luz.

Ficha Artística

Criação Colectiva

Direcção Artística: André Braga e Cláudia Figueiredo

Interpretação: André Braga, Bruno Martelo, Hugo Almeida, João Vladimiro, Patrick Murys e Pedro Amaro

Direcção: André Braga

Dramaturgia: Cláudia Figueiredo

Composição Musical: Alfredo Teixeira

Direcção Plástica: João Calixto

Coordenação Técnica: Cristóvão Cunha

Direcção de Cena: Ana Carvalhosa

Construção da Cenografia e Objectos de Cena: Circolando e Tudo Faço / Américo Castanheira

Concepção de Sistema de Iluminação: Anatol Waschke

Manutenção: Nuno Guedes e Hugo Almeida

Realização Vídeo: João Vladimiro com a colaboração de Ana Carvalhosa

Montagem Vídeo: Ana Carvalhosa e João Vladimiro

Câmara: João Vladimiro

Segunda Câmara: Duarte Costa

Direcção de Produção: Ana Carvalhosa

Criação em residência de co-produção com o Teatro Viriato

Circolando é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes

Apoios: Fundação Calouste Gulbenkian, IEFP/Cace Cultural do Porto; Universidade Católica Portuguesa; Light Box

Produção Executiva: Corropio, Lda.

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23-10-2009

Mar de Miguel Torga

teatro


Associação Teatro Vai Avante apresenta:

Mar de Miguel Torga
Encenação - João Gonçalves

24 Outubro 2009 - 21h30
Auditório Municipal Gondomar

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22-10-2009

Apalavrado

apalavrado1_convite



Agenda

Apresentações de Apalavrado ( excertos )

 

Fnac

Norte - Shopping

dia 23 de Outubro , pelas 22h

Sta. Catarina

dia 24 de Outubro, às 17.30h

Mar Shopping

dia 24 de Outubro , 22h

Gaia Shopping

dia 25 de Outubro , às 17h

 

www.fnac.pt

 

 

Apalavrado- espectáculos

 

29, 30 , 31 de Outubro - Quinta da Caverneira ( espaço Art´Imagem -Maia)

05,06,07, 08 - Sala Preta da Fábrica da Rua da Alegria

21.30h

m/16 anos

duração aproximada: 1h

Autores : "O Homem Que Embala o Carrinho de Bébé" Carlos J. Pessoa( estreia absoluta)  e "Resumo" de

Virginia Woolf   

Encenação :Renata Portas 

Desenho de luz : Nuno Tomás

Intérpretes: José Topa / Susana Madeira

Voz-off: António Durães

preço dos bilhetes: 5,00 ( único)

info e reservas: 936737059

www.projectoapalavrado.wordpress.com

 

Chá da Alice - Instalação Lúdica para famílias

16h , Casa Tait , último sábado de cada mês

Organização : Sair da Gaveta/ CMP

entradas: 5,00 ( c/ lanche incluído)

preço especial para escolas

saiba mais: www.fazedoresdeteatro.blogspot.com

 

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