13-11-2009
Noites Brancas
CHÃO CONCRETO tem o prazer de convidá-lo para a estreia da sua 1ª produção, Noites Brancas, a partir do conto homónimo de Fiódor Dostoiévski.
A
estreia será no dia 18 de Novembro, pelas 21.45h, na Sala-Estúdio
Latino do Teatro Sá da Bandeira, no Porto. O espectáculo ficará
em cena até ao dia 29 de Novembro, de quarta a domingo, sempre às
21.45h.
O conto
Um homem vagueia, sozinho, por S. Petersburgo - a cidade em peso, essa, vagueia pelos verões do campo. Uma mulher espera, sozinha, apoiada no parapeito do canal. Um oportunista, cambaleante e pouco respeitável, ensaia uma abordagem agreste e atrevida à menina do chapéu amarelo. O primeiro, o nosso sonhador, salta de rompante para o outro lado da rua - qual herói improvisado! – e afugenta a ameaça. Os ânimos acalmam. A donzela respira fundo. As mãos apertam-se. É então que ele se apercebe: uma mulher. Conheceu finalmente uma mulher! Depois disso vão encontrar-se ali mais quatro noites. Ela porque espera. Ele porque alimenta a sua espera. O amor há-de chegar de manhã. Quando a noite branca acabar. Quando a realidade tornar tudo estranho outra vez.
“Noites
Brancas” é um dos maiores romances da literatura mundial. Uma incursão
atípica e genial de Fiódor Dostoiévski pela estética do Romantismo.
O espectáculo
A premissa central de uma adaptação da obra russa tem, como incontornável primeiro, o romance de amor entre o personagem anónimo – o Sonhador – e Nástenka. A história de amor assume-se como motor operativo - em discurso directo, dialogante - para um tratamento dramaturgico do enredo. Não obstante, esta evidência não ofusca aquela que será a pedra basilar para a construção deste espectáculo: a solidão e o diálogo interior do Sonhador dostoiévskiano.
Partindo de dois actores, a proposta é fazer uma incursão ao mesmo texto - respeitando a estrutura literária e formal - mas operando uma subversão dramaturgica subtil, no sentido de perpetuar o ponto de partida comum ao universo de Dostoievski: o monólogo. Ambos contam a história, que é a sua, porque ambos são o mesmo Sonhador. O espectro do sonho é ampliado e o discurso ganha uma vida diferente, ainda mais próxima da memória afectiva, ao passar para o plano indirecto. O Sonhador entra e sai da sua própria história; encena-a; relata-a; confirma-a. O uso de dois actores potencia o jogo cénico e vai permitir uma abordagem essencialista e objectiva, procurando sempre o âmago das palavras e das emoções. O uso de dois actores homens tem como vantagem dramaturgica impossibilitar a concretização da imagem feminina, perfeita, sonhada e sempre idealizada.
O resultado é um ensaio sobre a solidão, numa espécie de solilóquio dialogante.
O
espectáculo estreia agora, no Porto, tendo prevista uma reposição
durante o ano de 2010, bem como a circulação pelas salas de espectáculos
nacionais.
NOITES BRANCAS
1ª Produção Cia. Chão Concreto
Texto: Fiódor Dostoiévski
Tradução: Filipe Guerra e Nina Guerra
Dramaturgia: Rodrigo Santos
Encenação: Rodrigo Santos
Interpretação: Ivo Bastos e Nuno Preto
Desenho de Luz: Pedro Vieira de Carvalho
Cenografia: Ricardo Preto
Figurinos: Catarina Marques
Sonoplastia: Rodrigo Santos
Design Gráfico: Mónica Santos
Produção:
Marta Lima
Informações e reservas:
Marta Lima
91 616 52 18
Rodrigo Santos
91 983 99 97
Chão
Concreto é um projecto teatral sem forma de companhia.
Às tantas horas do dia x, fulano estava há um par de horas apático. Cicrano falava, gracejava, pensava, observava e, depois de muito formalizar, bocejava fórmulas antigas para um placebo eficaz. Como quem pinta um quadro. Iam já no 30º dia. Cicrano convicto da cura fácil e fulano descalço, numa caixa preta sem janelas.
Isto mais um dia. E outro. E assim mais outro.
Ao dia 34, fulano decidiu calçar as botas e sair um pouco. Cá fora estavam todos de boa saúde! Surpreendentemente, fulano percebeu que todos respiravam bem e corriam grandes distâncias transpirando saúde e coisas normais... “Para quê então o xarope?!”, pensou.
Excitado com a descoberta, tornou meia volta na direcção da caixa negra e entrou de rompante no escuro, rasgando o silêncio e o cheiro barato a tabaco de artista:
Queria contar tudo o que vira!
Queria dizer que lá fora todos gritavam e falavam de coisas normais!
Queria dizer que cuspiam saúde a jorros e que era um erro pensá-los enfermos!
Queria dizer que não se trata de curar, mas de conversar!
Queria pedir que os deixassem ficar acordados em vez de lhes fecharem os olhos à força com luzes e muitas cores!...
Queria
falar como os outros mas estava a dormir no 1º
acto.
Chão Concreto é um novo projecto teatral da cidade do Porto. Parte de uma vontade de Rodrigo Santos – de encetar um trabalho de pesquisa teatral continuado e que se deseja constante – e de muita boa vontade de alguns amigos e bons artistas, para a concretização deste primeiro espectáculo.
Projecto não financiado, pretende assumir-se como mais uma força viva da prática teatral da cidade. Não tem outra razão de ser que não seja a vontade de ver mais gente sentada numa sala de espectáculos: pretende comunicar e ser comercial para não depender de terceiros.
"Mansarda" - 19 a 21 de Novembro no Festival Mettre en Scène, Rennes, França
MANSARDA
19 e 20
de Novembro às 20H, 21 às 16H:
França, Rennes, Le Grand Logis, Festival Mettre en Scène
Espectáculo de encerramento do ciclo “Poética da Casa”, “Mansarda” propõe uma súmula das várias ideias de casa que com ele queremos abordar: casas feitas de pele-memória que existem fora do tempo. Casas com raízes e sabor a terra sensíveis ao ciclo das estações. Casas-corpo-árvore, pés mergulhados na terra e cabeça a tocar o céu. Casas com as memórias de um mundo rural antigo, com a lembrança dos campos e dos animais. Casas com os serões de trabalho e festa, com os medos da escuridão e o secreto desejo da viagem. Casas com ninhos prestes a voar. Casas que integram o vento e a chuva e acolhem um sonho de mar. Casas-ilha, casas flutuantes, casas da eternidade. Casas com as paisagens da imensidão.
As linguagens das imagens
e das emoções, do corpo, dos objectos, da música voltarão a ser
base deste novo manifesto poético que, sem palavras, quer falar da
importância da preservação da memória e do devaneio.
Ao longo da vida vamos construindo um sótão-abrigo onde guardamos os nossos sonhos-lembrança fundamentais. As vivências, as histórias, as imagens que fomos retendo para podermos a elas voltar sempre que o desejamos. No fundo, uma casa para o nosso coração. Uma casa que se confunde connosco e sempre nos acompanha.
Velhos, visitamos estes sótãos com raízes numa infância longínqua e fazemos soar livres os fios da memória. Baralhamos a curva do tempo. Caminhamos em direcção aos inícios, vamos para o lugar onde se encontra a morada dos nossos devaneios...
Os escritos de Bachelard e os desenhos, as esculturas e as instalações de Louise Bourgeois serão o ponto de partida para um diálogo com múltiplos autores: Tonino Guerra, Miguel Torga, Cesare Pavese, Mia Couto, Chagall, Dussaud… A máscara, o palhaço, a dança com cadeiras, roupas, ramos, palha…, a música das máquinas de costura-sanfona, a voz e o canto serão matérias certas no trabalho de improvisação teatral.
Ficha artística
Criação colectiva
Direcção artística: André Braga e Cláudia Figueiredo
Direcção e concepção plástica: André Braga
Dramaturgia: Cláudia Figueiredo
Composição musical: Alfredo Teixeira
Interpretação: Ana Madureira, André Braga, Graça Ochoa, Inês Oliveira, Inês Mariana Moitas, João Vladimiro, Mafalda Saloio, Patrick Murys
Cenografia: André Braga, Carlos Pinheiro, Nuno Guedes, Américo Castanheira
Instrumentos musicais: Sandra Neves (sanfonas e sanfonelas) André Braga, Alfredo Teixeira, Nuno Guedes, Duarte Costa (sanfonas)
Figuras dos velhos: Sandra Neves, Lília Catarina (máscaras femininas)
Adereços: Sandra Neves, Carlos Pinheiro, Nuno Guedes
Figurinos: Inês Mariana Moitas
Coordenação da construção: Nuno Guedes
Desenho de luz: Cristóvão Cunha
Desenho de som: Harald Kuhlmann
Produção: Ana
Carvalhosa (direcção) e Cláudia Santos
co-produção Circolando,
Fundação Centro Cultural de Belém / Próspero, com o apoio do Programa
Cultural da UNIÃO EUROPEIA, e Teatro Nacional São João
Circolando é uma estrutura subsidiada pelo Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes
Outros apoios: IEFP / Cace Cultural do Porto
CIRCOLANDO
Desenvolvendo a sua actividade desde 1999, Circolando vem afirmando a singularidade do seu projecto artístico com a criação e difusão dos espectáculos “Caixa Insólita”, “Giroflé”, “Charanga”, “Cavaterra”, “Quarto Interior”, “Casa-Abrigo” e “Mansarda”
Espectáculos que propõem um teatro visual e interdisciplinar que cruza o teatro físico, a dança, o teatro de objectos, o circo, a música e o vídeo.
Um teatro dançado que habita as paisagens do sonho. Um teatro próximo da poesia que traz histórias libertas de toda a lógica narrativa. Histórias que, mais do que contadas, querem-se livremente inventadas por um espectador contemplativo. Histórias que não pretendem oferecer um sentido, mas despertar todos os sentidos... com imagens, músicas, cheiros, emoções...
Um teatro que resulta da pesquisa, da experimentação e do “work in progress”, submetendo continuamente os projectos a novos questionamentos. As estreias, em vez de constituírem o tradicional encerramento do processo criativo, indicam sempre o seu relançamento.
Um teatro itinerante com forte difusão internacional. Fora de Portugal, Circolando já foi acolhida em Espanha, França, Bélgica, Holanda, Reino Unido, Alemanha, Áustria, Eslovénia, Coreia do Sul e China.
De modo complementar à criação e difusão de espectáculos, Circolando promove também ateliers de formação em diversos campos artísticos. Recentemente, vem ainda produzindo pequenos projectos de criação cujo objecto final se desvia do formato espectáculo. Performance, instalação, vídeo vêm então abrindo novos campos de expressão e experimentação.
Mais informações:
Circolando
T: 225 189 157
09-11-2009
TEATRO-FÓRUM // 11 NOVEMBRO
PELE_Espaço de Contacto Social e Cultural
www.apele.org
www.associacaopele.blogspot.
05-11-2009
Inauguração do Centro de Documentação do TNSJ|11 Nov|18h30

11 Novembro2009|18h30
Mosteiro de São Bento da Vitória

Centro de Documentação TNSJ ©João Tuna
Inaugura na próxima quarta-feira, dia 11 de Novembro, às 18h30, o Centro de Documentação do Teatro Nacional São João. Situado numa das salas do Mosteiro de São Bento da Vitória, este novo espaço de consulta e pesquisa estará aberto ao público de segunda a sexta-feira, entre as 14h30 e as 18h.
O novo Centro de Documentação do TNSJ, para o qual o arquitecto Nuno Lacerda Lopes desenhou uma cenografia funcional, reúne um espólio com mais de quatro mil livros (teatro, dança, dicionários, enciclopédias…), cerca de mil números de publicações periódicas nacionais e internacionais, 150 exemplares de vídeos, mais de 300 dossiers fotográficos, 300 textos cénicos, entre muitos outros documentos.
Todo este material especializado
que agora está disponível ao público em geral resulta de um longo trabalho de
recolha e armazenamento iniciado no ano 2000. Desde 2001 que parte destes
documentos (referências bibliográficas, fotografias, materiais promocionais,
recortes de imprensa, gravações áudio e vídeo) estão disponíveis numa base de
dados, o Cinfo – Centro de Informação alojado no sítio do
TNSJ (www.tnsj.pt
Durante a cerimónia de inauguração será lançado o livro Identidades Reescritas: Figurações da Irlanda no Teatro Português, da autoria de Paulo Eduardo Carvalho, com apresentações a cargo de Maria Helena Serôdio, professora catedrática e Presidente da Associação Portuguesa de Críticos de Teatro, e de Rui Carvalho Homem, investigador e professor catedrático da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.
Esta será também ocasião para o lançamento em DVD do espectáculo O Mercador de Veneza, de William Shakespeare, estreado no palco do TNSJ em Novembro de 2008. A sessão contará com as presenças do encenador Ricardo Pais e de Tiago Guedes que assina a realização.
Centro de Documentação

Uma biblioteca e um arquivo são como provas de vida, animadas por uma ficção: nenhum documento é o primeiro, e nenhum documento é o último. Uma biblioteca e um arquivo de artes performativas (teatro, dança, música…) são provas de vida com um paradoxo dentro: conter aquilo que é, na sua essência, um acto irrepetível. No TNSJ, a criação destes contentores de memória também têm sido uma prova de resistência à fatalidade: o incêndio do Real Theatro de São João (1908) e as obras de requalificação do já então Teatro Nacional São João (1993-95) destruíram ou dispersaram 200 anos de história.
Em 2000, o Centro de Documentação surgiu para contrariar a efemeridade do gesto criativo e desdramatizar os efeitos de várias maldições documentais. Iniciou um sempre inacabado processo de recolha e tratamento de todo o material de carácter documental criado pelo TNSJ, disponibilizando-o dentro e fora de portas. Gere, desde 2001, uma base de dados, o Cinfo – Centro de Informação (alojado em www.tnsj.pt), que referencia os documentos fisicamente existentes no Centro de Documentação, funcionando igualmente como biblioteca online, já que grande parte desses documentos está também disponível no seu formato digital. E desenvolve, desde a primeira hora, uma biblioteca especializada em artes performativas, espólio que agora partilhamos com outros profissionais e com o público em geral. Instalado numa sala do Mosteiro de São Bento da Vitória, para a qual o arquitecto Nuno Lacerda Lopes desenhou uma cenografia funcional, o Centro de Documentação do TNSJ abre-se a uma comunidade de utilizadores desejavelmente capaz de colocar em movimento uma utopia do possível: que nenhum leitor seja o primeiro, e que nenhum leitor seja o último.
Colecções em regime de livre acesso
• Livros: obras de referência (dicionários e enciclopédias); livros sobre o teatro e a dança do ponto de vista histórico, teórico e crítico; monografias sobre grandes criadores do teatro e da dança; livros sobre as diferentes áreas do teatro (encenação, cenografia, produção, etc.); história e escritos teóricos sobre o drama enquanto género literário; as várias dramaturgias universais nas suas línguas originais ou em traduções para o português, inglês e francês; memórias, autobiografias, entrevistas ou notas dos criadores; biografias de dramaturgos, encenadores, actores, etc.
• Publicações periódicas: revistas portuguesas correntes e algumas já extintas; 19 assinaturas regulares de revistas francesas, inglesas, americanas, italianas e belgas.
• Vídeos: edições vídeo de teatro e dança; documentários sobre teatro e dança; teatro televisivo; adaptações de peças de teatro ao cinema; filmes de dança; filmes realizados por encenadores e dramaturgos; óperas dirigidas por encenadores relevantes.
• CDs: teatro radiofónico.
Colecções em regime de acesso condicionado
• Dossiers fotográficos: fotografias de espectáculos e eventos produzidos ou programados pelo TNSJ (impressas em papel ou em formato digital).
• Programas e materiais promocionais: programas e folhas de sala, cadernos de programação, cartazes, postais, flyers, convites, etc. (de espectáculos e eventos produzidos ou programados pelo TNSJ, e colecções de outras companhias e instituições portuguesas e estrangeiras).
• Registos vídeo de espectáculos
• Textos cénicos
• Comunicados de imprensa
• Dossiers de recortes de imprensa: críticas, notícias, anúncios de cada um dos espectáculos e eventos produzidos ou programados pelo TNSJ.
Em fase de recolha e tratamento: spots de rádio e televisão, desenhos de figurinos, desenhos de cenários, desenhos de som e luz, guiões técnicos, legendagens, maquetas de cenários.
Serviços
• Consulta presencial
• Visionamento de vídeos
• Apoio e orientação dos utilizadores
• Acesso à base de dados Cinfo
• Acesso à base de dados de recortes de imprensa Cision (teatro, dança, política cultural)
• Reprodução de documentos
• Acesso à Internet
Horário
segunda a sexta-feira 14:30-18:00
Centro de Documentação do TNSJ
Mosteiro de São Bento da Vitória
Rua de São Bento da Vitória
4050-543 Porto
T 22 339 50 56 | F 22 339 50 69
O Centro de Documentação do TNSJ é membro da SIBMAS – Société Internationale des Bibliothèques et des Musées des Arts du Spectacle.
04-11-2009
Novidades de Novembro | Visões Úteis
TEATRO PORTÁTIL | Outono 09
Os espectáculos O Contrabaixo |
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O Contrabaixo
a partir de Patrick Süskind
Coimbra 22/09 |
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Adúlteros Desorientados |
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Vou Comprar Um Cavalo e Desandar
03 Novembro às 17h00
Este evento, anunciado como acontecendo no dia 28 de Outubro, foi alterado e acontecerá hoje, Terça-feira, dia 3 de Novembro de 2009. Serão apresentados um excerto de "O Contrabaixo" e também o texto "Vou comprar um cavalo e desandar", escrito pelo Visões Úteis em 2001 e integrado no espectáculo "Estudos" que vamos revisitar por ocasião da apresentação dos novos cursos da Escola de Gestão do Porto. É um confronto até à morte entre Prometeu e Belmiro de Azevedo... A coisa promete! A interpretação será de Ana Vitorino e Carlos Costa. O que não deixa de ser paradoxal. Tem tanta gente à sua volta, toda a gente o quer conhecer. Este é o seu momento. Toda a gente sabe quem você é. A sua cara está em todo o lado, todas as revistas fizeram reportagens sobre si, sei que está farto de receber convites... No outro dia até vi um anúncio a um detergente em quefalavam de si. A sua vida mudou muito com esta atenção toda, não? |
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SERVIÇO EDUCATIVO Acções do Serviço educativo com a UATIP |
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Workshops Muna
Início de Novembro (datas ainda a confirmar) mais duas acções de formação para os alunos da Escola E.B. 1 da Fontinha ainda no âmbito do espectáculo Muna , que os alunos foram assistir. Será explorado o universo do sonho, da fantasia e das suas personagens únicas. |
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Instalação |
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Cluny 2010e À volta da Batalha
Continuamos o processo criativo e de investigação dos projectos Cluny 2010 (no âmbito do qual começámos já no passado dia 1 de Novembro a realizar captação de imagens em Itália) e À volta da Batalha, projectos que têm a sua abertura agendada para o ano de 2010. |
29-10-2009
Cinderela do Teatro de Marionetas do Porto
7 A 29 DE NOVEMBRO
BALLETEATRO AUDITÓRIO
O TMP APRESENTA O SEU MAIS RECENTE TRABALHO
- CINDERELA -
UM ESPECTÁCULO ORIGINAL E DIVERTIDO, PARA TODOS A PARTIR DOS 4 ANOS.
SINOPSE:
Esta não é uma Cinderela tradicional. Há uma reescrita, um tanto ou quanto anacrónica, da história tradicional, a partir das versões de Perrault e Grimm. Personagens saídos de outros contos de fadas caem do céu para dificultar a vida a Cinderela. Há uma Bruxa-Má que detesta histórias com final feliz e um Lobo-Mau disfarçado de GNR a patrulhar as estradas da floresta. Os Sete Anões são chamados para salvar Cinderela de morte certa, na sua qualidade de especialistas em técnicas de salvamento de meninas envenenadas. A Fada-Madrinha é uma tia irascível e ajusta contas com a Bruxa-Má, num combate de wrestling. No final Cinderela casa mesmo com o príncipe e têm imensos filhinhos, para descanso de todos.
PÚBLICO EM GERAL:
sábados às 16h00 e 21h30; domingos às 16h00
PÚBLICO ESCOLAR:
terça a sexta, às 10h30 e 15h00
BALLETEATRO AUDITÓRIO
Praça 9 de Abril, 76 - Porto (Jardim de Arca d'Água)
RESERVAS PELO TEL. 222089175
ESPECTÁCULO PARA MAIORES DE 4 ANOS.
Encenação, texto e cenografia João Paulo Seara Cardoso Marionetas a partir de desenhos de João Vaz de Carvalho Música Paul Ferrer Figurinos Pedro Ribeiro Coordenação de movimento Isabel Barros Desenho de luz António Real e Rui Pedro Rodrigues Produção Sofia Carvalho Interpretação Sara Henriques, Sérgio Rolo, Shirley Resende Operação de luz Rui Pedro Rodrigues Assistentes de produção Edgard Fernandes, Pedro Miguel Castro Oficina de construção Rui Pedro Rodrigues (coordenação e modelação) Inês Coutinho (pintura) Nuno Valdemar Guedes, Filipe Garcia Construção cenográfica Américo Castanheira, Tudo-Faço Design gráfico Jorge Cerqueira Fotografia de cena Susana Neves Apoio Balleteatro Auditório Co-produção Teatro de Marionetas do Porto, Auditório de Espinho, FIMS - Chão de Oliva
26-10-2009
"Quarto Interior" e "Charanga" no Piccola Europa, em Itália
Nos próximos dias 30 e 31 de Outubro e 1 de Novembro a Circolando irá apresentar as suas criações “Quarto Interior” e “Charanga” no Festival Piccola Europa, organizado pelo Teatro delle Ariette, Itália.
“Quarto Interior” subirá ao palco a 30 e 31 de Outubro, pelas 21H, no Teatro delle Ariette Deposito Attrezzi, em Castello di Serravalle.
Sinopse:
“Se nos perguntassem qual o benefício mais precioso da casa, diríamos: a casa abriga o devaneio, a casa protege o sonhador, a casa permite sonhar em paz.”
Gaston Bachelard
Com um teatro dançado, sem palavras e próximo da poesia, “Quarto Interior” fala-nos dos quartos que transcendem a geometria. Refúgios do sonho, estes espaços mínimos crescem sem limites. Abrem-se para integrar o vento, as árvores e os pássaros.
São quartos que estão
em nós. Longe, em nós. Quartos feitos de tempo. De grossa pele-memória.
Moradas do espaço íntimo onde guardamos um tempo suspenso, quase
esquecido: o tempo de todas as idades da inocência.
Sinopse Poética
Num lugar longe de tudo, um quarto.
Um quarto de portas e janelas voltado para uma árvore.
Um quarto mínimo. Cama, mesa, banco.
Um quarto com camadas de tempo e lembrança.
Lá dentro, alguém cumpre a função essencial de o habitar. Sonha.
Pelo sonho, transcende a geometria do quarto. As paredes movem-se.
Transportam-nos para outros lugares, para outros tempos.
No Inverno da vida, recriamos a Primavera. A chegada dos pássaros. O nascimento dos ovos. A sementeira dos campos.
Ficha Artística
Criação Colectiva
Direcção Artística: André Braga e Cláudia Figueiredo
Interpretação: André Braga e Patrick Murys
Participação na Interpretação e Criação: António Júlio (1ª fase)
Direcção e Concepção Plástica: André Braga
Dramaturgia: Cláudia Figueiredo
Composição Musical: Alfredo Teixeira
Desenho de Luz: Cristóvão Cunha
Desenho de Som: Harald Kuhlmann
Figurinos: Rute Moreda
Construção: Duarte Costa (coordenação), Hugo Almeida, Nuno Brandão, Tudo Faço/Américo Castanheira e João Pedro Rodrigues
Coordenação Técnica: Cristóvão Cunha
Direcção de Cena: Ana Carvalhosa
Operação de Luz: Cristóvão Cunha
Operação de Som: Harald Kuhlmann
Palco e Montagem: Nuno Guedes
Direcção de Produção: Ana Carvalhosa
Design Gráfico e Fotografia:
João Vladimiro
Criação em co-produção com o Teatro Nacional São João e em colaboração com o Centro Cultural de Belém
Circolando é uma estrutura financiada pelo Ministério da Cultura/Direcção Geral das Artes
Apoios: Fundação Calouste Gulbenkian; IEFP/Cace Cultural do Porto
Produção Executiva: Corropio, Lda.
“Charanga” será apresentado no dia 1 de Novembro, pelas 19H, na Piazzà Libertà, em Monteveglio.
Sinopse:
Espectáculo poético e visual, “Charanga” parte de dois objectos simbólicos, a bicicleta e a fanfarra. Parte das entranhas da terra para desejar os elementos ali ausentes: luz, ar, viagem… Procura a solidão, a nostalgia dos mineiros… e inventa para eles um sonho de criança. Um sonho de fuga e evasão em círculos de um carrossel. Um sonho que se conta com música. A música de uma pequena filarmónica de sopros.
O espaço de sonho
tem a forma de um círculo. Um círculo de terra com uma enigmática
peça de ferro ao centro. Antes, houve uma vida dentro da terra fria
e longas viagens por estradas sem fim. Histórias de um antes de ali
chegarem que o que abre o espectáculo transpõe para a tela.
“Charanga” constitui uma das partes do projecto alargado “Ciclo das Minas”. Com ele Circolando parte para as terras esquecidas que são as minas abandonadas em busca das vidas que lá persistem. Das vidas que perduram nas histórias e nos sonhos das suas gentes.
Vidas negras de homens-toupeira onde luz a sempre persistente “tenebrosa e maravilhosa loucura”. A loucura que deforma porque não se conforma. Desobedece, com o sonho de outros mundos. Subverte, procurando a beleza, o prazer e o espanto.
Vidas que “Charanga” celebra tomando por pontos de partida dois objectos simbólicos: a bicicleta e a evocação do vento e da viagem; a fanfarra e as imagens associadas do brilho e da luz.
A estes objectos vieram
juntar-se a turba de água que traz consigo o mar e os sonhos de criança
nos círculos de um carrossel... sonho com sóis e cabeças de vento.
“Charanga” reúne um grupo de homens saídos das minas
que numa fanfarra de sopros e a pedalar
leva os cantos do minério a correr mundos.
Cantos que são a fala dos homens-toupeira que habitam os interiores da terra.
Cantos que ora tomam a forma de coros que choram os segredos e milagres da terra,
ora a de cânticos que exaltam a delícia da luz, do vento
e proclamam o devaneio pelo sonho num carrossel alado.
Cantos que primeiro deambulam num percurso
e depois desenham um espaço circular...
Cantos que fazem acontecer um espectáculo em miniatura.
Um círculo de terra com uma enigmática peça de ferro ao centro constitui o espaço cénico. O público, colocado em torno desta área, assiste à chegada do grupo de homens saídos das minas. O seu sonho conta-se com música. Conta-se com as melodias dos instrumentos de sopro e com os percursos circulares das bicicletas.
Uma grande turba de água reúne o grupo para a construção do carrossel. Um carrossel que gira a pedais.
“Charanga” pede ao público que se abandone à nostalgia do seu movimento circular, que se deixe levar pelas figuras dos sonhos de criança.
Com resposta incerta sobre o que viu passar-se, o público sente a transformação do seu olhar, do espaço e do tempo. Sente-se embriagado por este pequeno espectáculo poético e visual.
Quisemos que o sonho de “Charanga” se contasse pela música de uma pequena filarmónica de sopros.
Quisemos que, ali, a viagem, o vento, a libertação surgissem na forma de bicicletas.
Quisemos desenhar o tempo da fuga e da evasão em círculos de um carrossel.
Procuramos a tristeza, a solidão, a nostalgia dos mineiros... e, com o sonho da fuga num carrossel alado, acendemos-lhes incêndios na cabeça.
Mineiros que percorrem
o mundo todo até àquele espaço circular onde podem abrir o carrossel
e partir… fugir nos braços do vento e deixar-se voar e planar na
luz.
Ficha Artística
Criação Colectiva
Direcção Artística: André Braga e Cláudia Figueiredo
Interpretação: André Braga, Bruno Martelo, Hugo Almeida, João Vladimiro, Patrick Murys e Pedro Amaro
Direcção: André Braga
Dramaturgia: Cláudia Figueiredo
Composição Musical: Alfredo Teixeira
Direcção Plástica: João Calixto
Coordenação Técnica: Cristóvão Cunha
Direcção de Cena: Ana Carvalhosa
Construção da Cenografia e Objectos de Cena: Circolando e Tudo Faço / Américo Castanheira
Concepção de Sistema de Iluminação: Anatol Waschke
Manutenção: Nuno Guedes e Hugo Almeida
Realização Vídeo: João Vladimiro com a colaboração de Ana Carvalhosa
Montagem Vídeo: Ana Carvalhosa e João Vladimiro
Câmara: João Vladimiro
Segunda Câmara: Duarte Costa
Direcção de Produção: Ana Carvalhosa
Criação em residência de co-produção com o Teatro Viriato
Circolando é uma estrutura
financiada pelo Ministério da Cultura / Direcção Geral das Artes
Apoios: Fundação Calouste Gulbenkian, IEFP/Cace Cultural do Porto; Universidade Católica Portuguesa; Light Box
Produção Executiva: Corropio, Lda.
23-10-2009
Mar de Miguel Torga
Associação Teatro Vai Avante apresenta:
Mar de Miguel Torga
Encenação - João Gonçalves
24 Outubro 2009 - 21h30
Auditório Municipal Gondomar
22-10-2009
Apalavrado
Agenda
Apresentações de Apalavrado ( excertos )
Fnac
Norte - Shopping
dia 23 de Outubro , pelas 22h
Sta. Catarina
dia 24 de Outubro, às 17.30h
Mar Shopping
dia 24 de Outubro , 22h
Gaia Shopping
dia 25 de Outubro , às 17h
Apalavrado- espectáculos
29, 30 , 31 de Outubro - Quinta da Caverneira ( espaço Art´Imagem -Maia)
05,06,07, 08 - Sala Preta da Fábrica da Rua da Alegria
21.30h
m/16 anos
duração aproximada: 1h
Autores : "O Homem Que Embala o Carrinho de Bébé" Carlos J. Pessoa( estreia absoluta) e "Resumo" de
Virginia Woolf
Encenação :Renata Portas
Desenho de luz : Nuno Tomás
Intérpretes: José Topa / Susana Madeira
Voz-off: António Durães
preço dos bilhetes: 5,00 ( único)
info e reservas: 936737059
www.projectoapalavrado.
Chá da Alice - Instalação Lúdica para famílias
16h , Casa Tait , último sábado de cada mês
Organização : Sair da Gaveta/ CMP
entradas: 5,00 ( c/ lanche incluído)
preço especial para escolas
saiba mais: www.fazedoresdeteatro.






